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CAFÉ, O XODÓ DO BRASIL! Brasileiros aumentaram o consumo de café em 4,8%, diz Abic

Postado em: 29/06/2019

Os brasileiros aumentaram o consumo de café em 4,8% no último ano, de acordo com relatório divulgado pela Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).

O Brasil é o segundo país que mais consome a bebida, e bateu o recorde de alta com 21 milhões de sacas comercializadas em território nacional, no período de novembro de 2017 a outubro de 2018.

Ainda segundo o documento, o aumento na demanda foi motivado pela maior oferta de produtos diferenciados, melhora na qualidade e uma nova forma de consumo advinda do novo cenário econômico.  

O Brasil é o maior exportador mundial da commodity. A indústria do café no país consegue suprir as demandas externas e ainda se beneficiar do aumento satisfatório no consumo interno. Nos últimos anos os produtores estão assumindo um maior controle de qualidade das safras, o que tem garantido a liderança do país no mercado internacional.

Muitos são os benefícios do café para a saúde. Ele é responsável pela prevenção de doenças como diabetes, problemas cardiovasculares, Parkinson, e pode até ser utilizado em tratamentos para depressão. A Abic acredita que essa é uma das motivações que levou ao aumento de novos consumidores brasileiros.

Além disso, a influência social também têm sido responsável pela tendência no aumento do número de apreciadores da bebida, e dos que estão dispostos a pagar mais por ela, desde que garantida a qualidade. A procura pelos cafés gourmet cresceu 4% no período analisado e o produto deve ganhar mais espaço nos próximos anos. Dados da Abic revelam que o preço médio do produto gourmet é de R$ 56,45 por quilo.


Formas de consumo

Existem várias forma de fazer aquele cafezinho que cai bem em qualquer situação do dia a dia. Desde o bom e velho coador de pano, à queridinha prensa francesa, da tradicional cafeteira elétrica até o expresso feito por máquinas altamente tecnológicas. O processo de preparo vai do gosto de cada um.

O fato é que o consumo maior da bebida ainda é feito nas residências (64%). Apesar de notório o crescimento do consumo nos chamados food services, a praticidade de tomar um café feito na hora no conforto de casa, ainda é a preferência nacional.

O café em pó é o mais comercializado, e representa 81% do mercado, com projeção de que caia para 80% em 2021. Isso porque o consumo da commodity em grão torrado está crescendo gradativamente. Alavancado pela procura por máquinas domésticas de moagem, o consumo de grão nesse estado representa 18% do mercado, com projeção de aumento para 19% em 2021.

O modelo de consumo mudou muito nos últimos anos e a praticidade das cafeteiras caseiras fez o mercado de cápsulas aumentar a oferta e permitir aos consumidores experimentar uma grande variedade de aromas e sabores. Apesar de não apresentar números grandiosos, sua participação no mercado é significativa e também tem uma projeção de alta de 0,9% para 1,1% em 2021.

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Jornalista responsável:
Julio César Faria
Julião Pitbull - MTB 53113

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